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Pato Branco avança na viabilização de nova unidade prisional com foco em ressocialização e segurança

O município de Pato Branco está prestes a dar um passo significativo na modernização de seu sistema penal. O projeto para a construção de uma nova unidade prisional, que substituirá a atual estrutura mantida pelo Departamento Penitenciário (DEPEN) na área central, entrou em uma fase decisiva.

De acordo com Marcos Andrade, diretor regional do DEPEN, a iniciativa faz parte de uma diretriz estratégica do governador Ratinho Júnior. O objetivo é dotar todas as regiões do Paraná com unidades prisionais modernas, equipadas não apenas para a custódia, mas para a efetiva reintegração dos detentos à sociedade.

"Pato Branco terá um espaço adequado com o que uma unidade prisional precisa: salas de aula, canteiros de trabalho e ambulatórios médicos. Além da nova estrutura, a chegada de mais policiais penais deve aumentar a segurança local", destacou Andrade.

Localização Estratégica

Houve, inicialmente, uma confusão sobre o local do empreendimento. A área que pertencia ao almoxarifado da Copel foi cogitada, mas o projeto foi descartado para esse endereço — que hoje abriga a frota de transporte escolar do município.

O prefeito de Pato Branco, Géri Dutra, confirmou que a nova unidade será construída em um terreno próximo ao novo Parque Industrial, em uma área anteriormente conhecida como "Área Dolarini". A escolha foi estratégica: manter a unidade fora do perímetro urbano central, mas com acesso logístico viável.

Foco em Trabalho e Indústria

A nova unidade não será apenas uma "transferência de presos". O prefeito explicou que o diferencial do projeto é a integração com o setor produtivo:

  • Infraestrutura: Serão construídos barracões industriais dentro do complexo.

  • Parcerias: Empresas poderão se instalar nesses espaços.

  • Mão de obra: Os detentos serão capacitados e colocados para trabalhar nessas indústrias, fomentando a ressocialização pelo trabalho.

Próximos Passos

Atualmente, o processo está na fase final de regularização fundiária, com o registro e a escrituração do imóvel em nome do Estado. Assim que esta etapa for concluída, o Governo do Paraná poderá abrir o processo de licitação para o início das obras.


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