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Polícia Civil realiza operação em cinco estados contra jogos ilegais

A Polícia Civil do Paraná (PCPR), em uma ação conjunta com forças de segurança de outros estados e o Ministério Público, deflagrou nesta manhã uma grande operação visando desarticular uma organização criminosa envolvida com a exploração de jogos de azar e lavagem de dinheiro. A ofensiva ocorreu simultaneamente em cinco estados brasileiros.

Durante a operação, os agentes cumpriram diversos mandados de busca e apreensão. O objetivo principal, além de interromper a prática dos jogos ilegais, foi atingir a estrutura financeira do grupo. Entre os bens apreendidos estão:

  • Veículos de luxo: Diversos carros de alto valor e SUVs foram recolhidos.

  • Dinheiro em espécie: Grandes quantias em notas de Real e Dólar foram encontradas em residências de luxo.

  • Maquinário: Máquinas de "bingo eletrônico", quiosques de apostas e equipamentos de informática utilizados na contravenção.

  • Armas de fogo: Pistolas e munições foram localizadas em endereços de alvos da operação.

Atuação Interestadual

De acordo com o Delegado Ricardo Monteiro, da PCPR de Toledo, as investigações apontam que o grupo possuía uma rede sofisticada que operava além das fronteiras do Paraná. A operação contou com o apoio crucial do Ministério Público e de delegacias especializadas, como a Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV).

O promotor de justiça Filipe Assis Coelho destacou a importância da integração entre as instituições para o sucesso da ação:

"O foco não é apenas o jogo em si, mas a lavagem de capitais que sustenta outras atividades criminosas e gera um enriquecimento ilícito astronômico para os líderes da organização."

Modus Operandi

As imagens registradas durante a operação mostram depósitos repletos de máquinas caça-níqueis e globos de sorteio eletrônico. Segundo a polícia, os estabelecimentos eram camuflados ou funcionavam sob a fachada de outros comércios para evitar a fiscalização.

Até o momento, o balanço parcial da operação confirma várias prisões e o bloqueio de contas bancárias vinculadas aos investigados. A Polícia Civil continua analisando os documentos e dispositivos eletrônicos apreendidos para identificar outros membros da rede.


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