A geração do símbolo tradicionalista ocorre há 77 anos no Rio Grande do Sul, passando por uma cidade diferente a cada edição. A centelha permanecerá acesa na sede campeira até o encerramento da Semana Farroupilha, comemorada no dia 20 de setembro.
De acordo com o tradicionalista Ivan Piranda Rosa, a busca pela centelha em Chapecó aconteceu após convite dos cavaleiros chapecoenses no dia 14 de agosto, permitindo que a entidade pato-branquense também mantivesse sua própria chama acesa para os festejos. Já o tradicionalista Jonas Rufatto destacou que a centelha representa a união e a força do povo gaúcho, resgatando a história de superação e preservando as raízes culturais.
A recepção da Chama Crioula mobilizou os membros do CTG, com destaque especial para a participação de crianças, adolescentes e jovens. Para os organizadores, envolver as novas gerações é fundamental para garantir a perpetuação e o cultivo da tradição gaúcha ao longo dos anos.