O grande destaque gastronômico da festa foi o tradicional churrasco, que neste ano alcançou uma marca histórica: 4 toneladas de carne foram levadas às churrasqueiras, resultando em mais de 1.300 espetos preparados.
Para dar conta da alta demanda, a coordenação da festa apostou na padronização dos cortes, dividindo os espetos por setores específicos, como filé e costela. Segundo os organizadores, a mudança eliminou o antigo sistema de numeração individual — que tornava a entrega trabalhosa — e garantiu muito mais agilidade para o público. Agora, os participantes retiram seus pedidos rapidamente, podendo saborear o almoço no próprio Pavilhão São Pedro ou levar para casa.
A força do trabalho voluntário
A grandiosidade do evento depende diretamente da solidariedade. O coordenador do churrasco, Agenor Bertinato, fez questão de ressaltar que a festa não aconteceria sem o apoio fundamental de voluntários vindos de seis a sete comunidades da região.
"Sem esse pessoal das comunidades, não teríamos como fazer essa churrascada", agradeceu Bertinato.
Fé e confraternização
Os trabalhos começaram ainda na madrugada, com as equipes preparando o braseiro e organizando os espetos. Antes de abrirem os portões para o público, o Frei Evandro Balestrin conduziu um momento de oração e abençoou todos os voluntários que se dedicaram à escala de trabalho.
Para o religioso, o evento simboliza a essência da comunidade. "É a união do povo. O povo se vê reunido rezando, mas também celebrando e festejando junto", destacou o Frei, celebrando o sucesso e o clima de confraternização que encerrou a edição deste ano.