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18ª Expedição do Rio Chopim- União de povos e resgate histórico marcam ação ambiental

18ª Expedição do Rio Chopim: União de povos e resgate histórico marcam ação ambiental Por [Seu Nome/Redação] Imagens: Reprodução / Grupo Celinauta de Comunicação A preservação da natureza, o respeito à ancestralidade e o resgate da história local uniram-se na 18ª Expedição do Rio Chopim. O evento, que já se consolidou como um marco no calendário ecológico e cultural da região, destacou-se nesta edição por promover um encontro marcante entre diferentes comunidades em prol da defesa do meio ambiente e da valorização das raízes históricas regionais.

União de Culturas e Povos

Longe de ser apenas um ato isolado de monitoramento ambiental, a expedição deste ano transformou-se num verdadeiro símbolo de integração. Integrantes de comunidades tradicionais, povos indígenas — que trouxeram a sua música, trajes típicos e profunda ligação com a terra —, cavaleiros carregando bandeiras e ativistas ambientais juntaram-se numa caminhada coletiva de conscientização.

A presença ativa das novas gerações indígenas, expressada através do canto e de instrumentos como o violão, reforçou a importância de transmitir o amor pela preservação dos rios e das matas de pais para filhos.

A Voz dos Protagonistas

Durante o percurso pelas margens e trilhas que cercam o Rio Chopim, a equipa de reportagem conversou com organizadores e participantes que detalharam os objetivos e a emoção de fazer parte deste movimento:

  • Edson Pin (Coordenador da Expedição): Destacou o orgulho de chegar à 18ª edição mantendo viva a chama da defesa ecológica e fortalecendo o elo entre a comunidade e os recursos hídricos essenciais para a região.

  • Nilza de Castro (Agricultora): Representando as famílias que vivem e produzem no entorno, sublinhou o impacto positivo e a necessidade de proteger o ecossistema para o futuro da agricultura e das próximas gerações.

  • Betto Rossatti (Historiador/Ambientalista): Conduziu os participantes por um resgate histórico focado na fauna e flora locais, alertando para a presença e conservação de espécies nativas da região.

  • Carlos Mezzomo: Relembrou os marcos históricos do trajeto e a importância de mapear e proteger os marcos geográficos e antigos caminhos que contam a história do desbravamento regional.

  • Denize Rauber e Keli Mezzomo: Enfatizaram o papel da educação ambiental e a profunda ligação afetiva e cultural que a população deve desenvolver com o Rio Chopim, transformando a preservação num dever diário.

  • Jair Nogueira: Com o cenário de uma central hidroelétrica ao fundo, trouxe a reflexão sobre o equilíbrio necessário entre o desenvolvimento energético, a sustentabilidade e o respeito ao fluxo natural das águas.

Educação, História e Natureza Viva

Ao longo do percurso, os expedicionários depararam-se com placas informativas sobre a fauna local (como registros da presença de grandes felinos e outros animais silvestres) e monumentos históricos ocultos na densa mata nativa, como antigas estruturas de pedra que remetem ao passado da ocupação regional.

Cada paragem serviu como uma sala de aula ao ar livre, onde adultos, idosos e crianças puderam compreender que proteger o Rio Chopim significa, também, proteger a identidade e a memória de todos os povos que ali habitam.

A 18ª Expedição do Rio Chopim encerra-se com um saldo altamente positivo, deixando claro que a verdadeira força da ecologia reside na união e no respeito à diversidade de vozes que partilham o mesmo chão e as mesmas águas.

Dica para publicação no site: Insira uma galeria de fotos intercalando as imagens dos povos indígenas, a cavalgada, os depoimentos dos entrevistados na floresta e as belas paisagens das quedas d'água do Rio Chopim.


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