De acordo com a médica veterinária Bruna Todeschini Vieira, os bairros que registram maior incidência de suspeitas e confirmações da doença são:
São Cristóvão
Gralha Azul
Alvorada
Cristo Rei
São João
Planalto
Sudoeste
Fatores sazonais e transmissão
Nesta época do ano, caracterizada por maior umidade e temperaturas mais baixas, o vírus da cinomose consegue se replicar com mais facilidade em comparação aos meses mais quentes.
A transmissão ocorre principalmente por contato direto entre cães (como brincar ou dormir juntos) ou pelo contato com secreções de animais infectados e ambientes contaminados. Vale destacar que a doença não é transmitida para humanos, nem para felinos.
Principais sintomas
Os tutores e a população devem ficar atentos aos sinais clínicos mais comuns da doença:
Secreção ocular amarelada e com aspecto de infecção
Secreção nasal (semelhante a um "ranho" amarelado)
Diarreia e vômito
Espasmos musculares (em casos mais graves)
Como prevenir e o que fazer?
A principal forma de proteção contra a cinomose é a vacinação. É fundamental manter a carteirinha de vacinação dos pets em dia com as doses polivalentes (como V10 ou V8), e seguir rigorosamente o protocolo indicado pelo médico veterinário para filhotes.
Se encontrar um cão com sintomas na rua: A Secretaria de Meio Ambiente orienta a população a entrar em contato para que a equipe possa avaliar o caso, realizar o resgate ou orientar sobre o atendimento. O telefone de contato da secretaria é (46) 99134-2876.
Cuidados em casa: Caso o animal apresente sintomas ou tenha tido contato com suspeitos, é recomendado isolá-lo temporariamente e buscar atendimento veterinário imediato para evitar a superlotação de internações e garantir o tratamento preco